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Irene nasceu em Pinhalão, no Paraná, e ainda muito jovem mudou-se para a Califórnia. A caçula de seis irmãos, foi ali que viveu, estudou e construiu sua família. Conheceu José Martins Filho, com quem se casou e teve três filhas. Mais tarde, já morando em Ponta Grossa , com as filhas já adultas, adotou um menino, ampliando ainda mais seu coração materno.
Moça bonita, alegre e cheia de vida, Irene gostava de dançar e valorizava cada momento vivido. Muito vaidosa, estava sempre bem arrumada, perfumada e maquiada. Amava nadar, frequentar a academia, cantar no coral da UATI e jogar baralho (pontinho), especialmente na companhia das filhas e das irmãs.
Foi uma esposa dedicada, atenciosa e amorosa. Tinha muitas amigas, conquistadas por seu carisma e bondade — todas gostavam muito dela. Sempre que possível, reunia-se com as irmãs, seja para visitas na casa umas das outras ou em viagens. Juntas, divertiam-se muito e receberam carinhosamente o apelido de “Teletubbies”.
Irene foi uma excelente mãe e avó de oito netos e netas. Uma mãe amiga, companheira, sempre pronta a oferecer os melhores conselhos. Também fazia o melhor pão caseiro e a melhor maionese de batatas.
Mulher de fé e oração, foi catequista, leiga consagrada da Copiosa Redenção, Ministra Extraordinária da Eucaristia e muito devota de São Padre Pio. Participava assiduamente das Santas Missas, da novena do Perpétuo Socorro e de grupos de oração, que tanto amava.
Desde muito jovem enfrentou sérios problemas de saúde, especialmente relacionados à bexiga e aos rins, o que deu início a uma longa caminhada de tratamentos, cirurgias e medicações. Sempre buscou todos os cuidados possíveis para preservar sua saúde. Contudo, seu último ano de vida foi especialmente difícil. Iniciou a hemodiálise e passou por internações mensais, sofrendo intensamente. Na última internação, em 14 de dezembro de 2019, seu corpo já não respondia mais aos tratamentos. Foi encaminhada à UTI, onde permaneceu até 19 de fevereiro de 2020, quando veio a falecer.
Irene deixou como maior legado o amor à família. A saudade é e sempre será uma constante para todos que ficaram.
Com gratidão e eterna saudade,
de sua família.
"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."